segunda-feira, 28 de setembro de 2026

Show de Flávio Venturini em Recife em 18/09/2026

 

Fui ver, com minha esposa, o show do Flávio Venturini no Teatro Guararapes no último dia 18/09, quando comemorou seus 50 anos de carreira em espetáculo na casa recifense. Com uma banda maravilhosa onde contou com baixista, baterista, guitarrista, um músico de sopro (flauta, sax, trompete) e seu inseparável piano, sua inconfundível voz cheia de falsetes e seus memoráveis clássicos de toda sua bem sucedida carreira.

Entre histórias e canções surgiu um simples Flávio no palco do Guararapes, sem cerimônia, nem mesmo alguém anunciando seu nome. Abriu o espetáculo com Tudo que você podia ser, clássico do Milton Nascimento, que tanto o influenciou e ajudou, sobretudo no início de carreira, como conta. Estavam lá seus eternos clássicos como Noites com sol, Nascente, Espanhola, Céu de Santo Amaro, Todo azul do mar, Linda juventude, Besame, entre tantas.

Momento único presenciá-lo cantando a canção Clube da esquina 2, a minha preferida de seu repertório. E ainda presenteou o público com Canção da América e Amor de índio, homenageando dois de seus mais significativos parceiros: Milton e Beto. Daqueles inesquecíveis espetáculos que daqui a uns 30 anos você ainda está comentando sobre esta noite!

Um forte abraço a todos!

segunda-feira, 21 de setembro de 2026

CD Maria Bethânia - Tua

Em 2009 Maria Bethânia, na contramão da crise da indústria de CD´s, que já agonizava seus últimos lançamentos e, com ainda poucas lojas em funcionamento, lançou dois trabalhos inéditos. Um deles foi este, com o título de Tua, canção composta por Adriana Calcanhotto especialmente para ela. Com um repertório predominantemente romântico, temos grandes compositores interpretados pela abelha rainha.

É o caso da faixa de abertura do CD, É o amor outra vez, de Dori Caymmi e Paulo César Pinheiro. Na sequência, a citação de A mão do amor emendada com a canção O que eu não conheço, de Jorge Vercilo; Até o fim, de Arnaldo Antunes; Remanso, de Aldir Blanc e Moacyr Luz; Saudade, de Chico César e Paulo Moska. 

E ainda, as canções Fonte, Dama valete e rei, Guriatã, O nunca mais (com citação de Lamentação) e Domingo. O projeto conta com um dueto, a participação de Lenine, na faixa Saudade. É Bethânia sempre atual, cantando o amor, com aquela qualidade característica de seus trabalhos, voz e interpretações únicas!

Um forte abraço a todos!

segunda-feira, 14 de setembro de 2026

♫Gente aberta♫

O repertório do Erasmo Carlos traz pérolas escondidas tão fascinantes quanto àqueles inesquecíveis clássicos presentes em seus shows e discos ao vivo. É o caso desta canção, lançada lá na década de 70 e que conheci quando adquiri o projeto meus lados B. Aqui se bebe filosofia pura, daquelas com direito à uma boa pitada de rock in roll. E, sem muitos enfeites, na veia, com uma linguagem direta ao coração e a uma mente sã!

Parceria com seu amigo de fé, a canção exalta a ideia de que devemos sempre andar com gente certa, gente aberta ao amor, a fazer aquilo que consideramos certo e que engrandece o ser humano. Sem sombra de dúvidas, onde estiver, o tremendão sabe que deixou amor pelos caminhos por onde passou e que bom seria ouvirmos mais o que ele pregava para trilharmos nossas àrduas estradas de uma maneira menos dolorosa e com mais união!

Gente aberta
Erasmo Carlos e Roberto Carlos

Eu não quero mais conversa
Com quem não tem amor
Gente certa é gente aberta
Se o amor me chamar
Eu vou

Pode ser muito bonito
O mar, o sol e a flor
Mas se não abrir comigo
Não vou, não vou

As pessoas que caminham
Seja lá pra onde for
É uma gente que é tão minha
Que eu vou, que eu vou

Quem não tem nada com isso
Veio a vida e não amou
Gente certa é gente aberta
Se o amor me chamar
Eu vou, eu vou, eu vou...

Um forte abraço a todos!

segunda-feira, 7 de setembro de 2026

Os Músicos do Brasil - 74

Este é Paulo Sérgio Vergínio Calasans, atualmente tecladista da banda do Djavan, ofício adquirido desde 1988. Só por aí já poderia parar, afinal se Djavan já é imenso, os que o acompanham também não devem ser menores. Mas, o currículo de Paulo Calasans não para por aí, pois além do alagoano, Paulo tocou com outros nomes do nosso cenário.

Natural de Jundiaí/SP, ainda pequeno gostava de explorar os instrumentos musicais, focando, na juventude, no piano. Além do Djavan, temos Sá e Guarabira, Jorge Vercillo, Gal Costa, Gilberto Gil, Cássia Eller, Caetano Veloso, Jorge Benjor, Ivete Sangalo, Ana Carolina, Lulu Santos, Roberto Carlos, Rita Lee, Raul Seixas, Zizi Possi, Milton Nascimento, Chico Buarque, Alcione, Martinho da Vila, entre outros.

Com todos estes e outros, Paulo foi músico em suas gravações em discos, shows ou produtor de seus trabalhos ou ainda diretor musical de seus shows, sempre com a competência que lhe é peculiar e, por isso, é justo uma simples postagem em reconhecimento à sua tamanha contribuição dada a música brasileira!

Um forte abraço a todos!